As nossas coordenadoras do "Newton", a foto não ficou boa,
mas como diz Antoine de Saint-Exupéry: "O essencial é invisível aos olhos..."
Vocês são mil, tudo que precisamos em uma escola é o carinho, a compreensão e a união para construirmos um mundo melhor com energia e sabedoria.
Os alunos relatam em seus poemas tudo que nós, seres especiais, merecemos.
*
EMEF.GENERAL NEWTON REIS
SÃO PAULO, 23 DE JULHO DE 2007
Alunos: 4º ANO D - Orientação: PRO OLÍVIA
PROPOSTAS DE ATIVIDADES:
DIÁLOGO:
Retorno do recesso escolar, o que fizemos durante o recesso
Relato da professora sobre a reunião dos professores nos dias 21 e 22 de julho
A importância de ser bem recebido pelas coordenadoras, pela escola, o reencontro com os amigos, o planejar, o avalair, analisar, o refletir.
Combinado para recomeçarmos o 2º semestre, a oportunidade de colocar a vida escolar em ordem, aprender, ampliar o conhecimento.
Conversa da nossa Assistente de Direção, professora Hanae com os alunos para enfatizar a importância do nosso combinado.
Oração - Frase do dia
Leitura Compartilhada: texto poético - Não sei... Cora Coralina
Comentários que agradam o coração ao compartilhar o texto.
Questões para refletir e responder no caderno:
1-Qual é o sentido da vida para você?
2-Como é a vida escolar para você?
3-Por que precisamos sempre refletir sobre as nossas ações?
4-O que significa para você a palavra avaliação?
Produção de texto poético ao ar livre
Tema: O sentido da Vida
Título: Escolher uma palavra ou verso do texto para título
Combinado: sentir o ar, o canto dos pássaros, olhar o céu, a paisagem, o barulho das crianças, inspirar-se, escrever com a mente e a voz do coração.
Revisar, ler com atenção, reescrever, passar a limpo.
*
NÃO SEI...
Não sei... se a vida é curta...
Não sei...
Não sei...
se a vida é curta
ou longa demais para nós.
joaoodilon@hotmail.com
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura...
enquanto durar.
Autora: Cora Coralina
Cora Coralina nasceu em 20 de agosto de 1889, na casa que pertencia à sua família há cerca de um século, e que se tornaria o museu que hoje reconta sua história. Filha do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e Jacita Luiza do Couto Brandão, Cora, ou Ana Lins dos Guimarães Peixoto (seu nome de batismo), cursou apenas as primeiras letras com mestra Silvina e já aos 14 anos escreveu seus primeiros contos e poemas. "Tragédia na Roça" foi seu primeiro conto publicado.
Em 1934 casou-se com o advogado Cantídio Tolentino Bretas e foi morar em Jabuticabal, interior de São Paulo, onde nasceram e foram criados seus seis filhos. Só voltou a viver em Goiás em 1956, mais de vinte anos depois de ficar viúva e já produzindo sua obra definitiva. O reencontro de Cora com a cidade e as histórias de sua formação alavancou seu espírito criativo.
Cora Coralina faleceu em Goiânia, a 10 de abril de 1985. Logo após sua morte, seus amigos e parentes uniram-se para criar a Casa de Coralina, que mantém um museu com objetos da escritora.